I.

Sobre o trabalho.

Há mais de 15 anos
acompanhando pessoas
na escuta do que ainda
não foi dito.

Artur Aranha — psicólogo clínico

Sou Artur Aranha,
psicólogo clínico em Salvador.

Trabalho há mais de 15 anos com pessoas que chegam ao consultório carregando algo que não conseguem nomear sozinhas — uma inquietação que se manifesta como ansiedade, esgotamento, padrões repetitivos ou sintomas no corpo.

Para além do consultório, sou diretor e sócio do Grupo Tria — instituição que reúne uma clínica e um hospital-dia referência em saúde mental na Bahia.

Mas o lugar onde meu trabalho realmente acontece é a relação clínica. Uma pessoa de cada vez.

II.

Atuo na raiz
não apenas no sintoma.

A maioria dos sintomas emocionais não é o problema em si — é a forma como o problema aparece quando não se encontra outro caminho.

Minha aposta clínica é simples: enquanto a raiz não for ouvida, o sintoma volta — com outro nome, outro corpo, outra estação da vida.

Por isso integro escuta clínica, hipnose e regressão de memória em um mesmo trabalho. Não como técnicas separadas, mas como camadas de uma mesma escuta.

"O piloto automático
não é um inimigo —
é uma proteção."

Mas chega um momento em que essa proteção começa a custar caro. A pessoa percebe que não sente mais nada com clareza, que está sempre cumprindo, sempre pronta, sempre funcional — e mesmo assim, vazia.

É aí que o trabalho começa: devolver a você a capacidade de se sentir.

III.

Para quem
esse trabalho é.

Esse trabalho costuma fazer mais sentido para pessoas que:

IV.

O que entrego
no consultório.

Cada pessoa pede um caminho diferente. Trabalho integrando:

V.

Você não precisa
chegar com clareza.
Basta chegar.

O primeiro passo é o mais simples: uma mensagem.

Quero conversar com você